Vivemos um momento de urgência de inteligência. Ainda assim, sabemos que quem faz inteligência é o ser humano, por mais que tenhamos toda a tecnologia a nosso favor.
Corremos contra os concorrentes, nos protegemos da espionagem e avançamos em pesquisa e inovação com a Inteligência Artificial (IA), mas esquecemos que, em tudo isso, há um elemento fundamental: o ser humano. É nesse ponto que deve estar a nossa principal preocupação: a segurança com que a inteligência humana se desenvolve dentro desses processos.
Há pouco tempo, falávamos apenas de serviços de inteligência corporativa ou de contraespionagem. Hoje, eles se integram à IA, mas, se analisarmos bem, continuamos no mesmo campo.
As companhias ainda têm uma grande lacuna de inteligência corporativa, e ela não está necessariamente na IA. Está na segurança e na produção de informações sensíveis de mercado, em informações obtidas por engenharia reversa e na proteção de dados.
Nos últimos anos, a VORIK LABS tem atuado em casos relevantes nas áreas de IA, inteligência, contrainteligência e LGPD. Esses casos mostram cenários, no Brasil e no exterior, que exigem com urgência novas metodologias e protocolos, que podemos chamar de Defesa do Negócio.
É importante destacar que o empresário, o sócio ou o gestor pode ter o seu próprio serviço de inteligência, para se proteger e potencializar o negócio. Afinal, informação é poder.
A VORIK LABS está à disposição para apresentar esses protocolos, com um leque completo de inteligência: inteligência corporativa, contrainteligência, IA e LGPD.

Fabio Pereira Ribeiro
Diretor de Inteligência da VORIK LABS. Doutor em Política Internacional, mestre em Finanças e especialista em Inteligência Estratégica e em Cenários e Futurismo. Oficial da reserva do Exército Brasileiro (Infantaria), professor convidado da Escola de Inteligência da ABIN e autor de artigos sobre inteligência publicados no Brasil e no exterior.
